( AYRTON SENNA)"Ele, bailarino, muito muito veloz, não consentia limites, domingo em cada lar, manhãnzinha voando baixinho, compenetrado,quase sério demais, na solidão do cockpit, o mistério sagrado de cada largada,cada chegada, em Imola voou voou, quem compartilhou do vento que engelhou seu rosto... até que a proa da máquina, acuada numa curva insana, direção quebrada,ao léu bateu... perplexo o sol grita,seus raios perpendiculares através do corpo... sem vida...imolado...Imola, num domingo, domingos deixarão de encantar, audácia,arte... tomou-a de assalto, a curva da morte.


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